Um levantamento do SOS Estradas aponta que a obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias C, D e E afetou a curva de crescimento das renovações da habilitação. Estimasse que desde que entrou em vigor, em março de 2016, tenha provocado uma redução de 3,6 milhões de motoristas profissionais nessas categorias no mercado.

A conclusão é de que isso ocorre porque a maioria dos motoristas que usam drogas regularmente não comparecem para fazer o teste e renovar sua habilitação, já que o exame de larga janela de detecção verifica o uso de drogas de até 90 dias antes da coleta.

O levantamento aponta também que suposições para a queda desse número, como desistência devido ao valor do exame e uma possível transferência desses motoristas para categoria B, de fato não são comprovadas.